matéria sobre a vida dos DJs que saiu com a gente no jornal A Tribuna de Santos hoje. clica nas imagens p\ ampliar:

Com os DJs todos entram na dança
Sem eles, as casas noturnas ou mesmo as simples festas particulares não teriam graça, e muito menos diversão
RONALDO ABREU VAIO
DA REDAÇÃO
Eles trabalham enquanto os outros se divertem. Aliás, muitas vezes, se não fosse por eles, nem haveria diversão. Nas mais badaladas casas noturnas, ou na simples festinha de aniversário, do rock à música eletrônica, discretos ou superstars, são eles que cuidam para que ninguém fique parado na pista de dança. Com vocês, o mundo de ritmos dos DJs. “Nossa função é fazer o pessoal dançar. A pior coisa para um DJ é não ver ninguém dançando. Ele tem que ser um vendedor, ler as pessoas, imaginar o gosto do público”, explica Héctor Lima, um dos DJs responsáveis pela festa Popscene, que durante seis anos aconteceu periodicamente em casas noturnas do centro da Cidade. Hoje, a festa está em São Paulo.
Além da percepção acurada do gosto de seu público, para manter todo mundo dançando, nenhum DJ pode dispensar um kit básico de equipamentos, composto por um mixer e uma pickup (os toca-discos de outrora) ou um CDJ. “O CDJ é um tipo de CD Player com 2 aparelhos, um de cada lado, e o mixer no meio, para fazer a mixagem do conteúdo dos dois CDs que estão tocando”, explica a DJ Flávia Durante, parceira de Héctor na Popscene. De posse dessa aparelhagem, o trabalho do DJ consiste em manter a música viva, sem interrupções. Para isso, utiliza o processo de mixagem, que compreende desde a mera junção de faixas, de modo que não haja intervalo entre elas, até a própria sobreposição de elementos de várias músicas. “Pode-se criar uma nova música a partir de pedaços de outras músicas. O trabalho do DJ vai além de apertar o play”, ressalta Flávia. Muitos, inclusive, como o norte-americano Moby ou o alemão Paul Van Dyk, têm trabalho autoral nessa linha, com diversos álbuns gravados e status de popstar.
texto completo na continuação:
(more…)